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Terça, 19 Setembro 2017

Indicadores da inflação de Brasília foram analisados hoje (19/09) na Codeplan

Indicadores da inflação para Brasília foram analisados na manhã de hoje, 19, na Codeplan: o primeiro a ser apresentado foi o Idecon, estimado pela Companhia e baseado nas Contas Regionais do DF. Ele sinaliza o desempenho da economia do DF no trimestre em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O segundo, reunindo o IPCA/INPC, analisados com base nos dados do IBGE, e, por último, o ICDF, índice da Ceasa, estimado e analisado por técnicos da Ceasa, demonstra o movimento dos preços praticados pelo mercado atacadista no Distrito Federal.

Idecon aponta retração na atividade econômica no DF
O Índice de Desempenho Econômico do Distrito Federal (Idecon-DF) apontou que houve uma retração de 1,0% no segundo trimestre de 2017 na atividade econômica no Distrito Federal em comparação a igual trimestre de 2016. Foi a décima taxa negativa consecutiva registrada na série histórica do indicador, iniciada em 2012.

A gerente de Contas e Estudos Setoriais, Clarissa Jahns Schlabitz, destacou os setores que contribuíram para as variações negativas. Entre eles estão o Industrial, -3,6%, o de Serviços, que representa 92,9% da economia, com recuo de -0,8% e do Comércio, -3,5. Para Clarissa, os efeitos da crise econômica, no segundo trimestre do ano, foram mais presentes na economia do Distrito Federal do que na nacional. Em contrapartida, a Agropecuária cresceu 5,5%.

IPCA registra aumento na inflação de Brasília
De acordo com as análises feitas também por Clarissa Jahns Schlabitz, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou a inflação para Brasília, no mês de agosto, aumento de 0,45%, na comparação com julho deste ano, ficando acima da média Brasil que acusou inflação mensal de 0,19%. Foi a capital com a maior variação no mês entre as 13 localidades pesquisadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

As localidades que apresentaram as maiores variações foram Grande Vitória (0,38%), Curitiba (0,35%), Porto Alegre (0,33%) e Belo Horizonte (0,30%). As quatro regiões que mostraram deflação são: Belém (-022%), Fortaleza (-0,19%), Salvador (-0,06%) e Goiânia (-0,03%).

Ainda de acordo com a análise feita pela gerente de Contas, Brasília acumulou, no ano, inflação de 1,96%, e nos últimos doze meses, variação de 3,99%, enquanto no Brasil, essas variações estão em 1,62% e 2,46%, respectivamente. No grupo Transportes, registro de alta dos preços de combustíveis e queda dos preços das passagens aéreas. Já no Vestuário, variação positiva devido aos preços de roupas masculinas e femininas, e alta no grupo Habitação, em função do aumento da tarifa de energia elétrica.

Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC
O INPC, que tem como população-objetivo famílias residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do Sistema Nacional de índices de Preços ao Consumidor - SNIPC, com rendimentos de um a cinco salários mínimos, revela que houve queda nos Artigos de residência (-0,11%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,51%) e o grupo Alimentação e Bebidas, com diminuição de 1,11%, registrou também alta da alimentação fora de casa.

Índice Ceasa do Distrito Federal – ICDF
O ICDF revelou queda na média geral dos preços de 4,13% em agosto, comparado com o mês anterior. O economista João Bosco, da Ceasa, disse que, entre os produtos comercializados no âmbito da Ceasa do DF, o setor de Frutas apresentou redução de 4,21%, o setor de Legumes 3,19%. No de Verduras, houve depreciação de 15,37%, e o setor de Ovos e Grãos, leve redução de 0,43%.

Ele afirmou ainda que a seca e a falta de chuva em diversas regiões são fatores que influenciam a queda na produção de banana prata e nanica, o que pode favorecer alta dos preços. Entretanto, caso a previsão de chuva na região se confirme para o fim de setembro no DF, as folhosas tendem a reverter o movimento de queda.

Ao final da apresentação dos índices, o presidente da Codeplan, Lucio Rennó, assim como outros debatedores, indagou por que a inflação de Brasília está acima da média Brasil e por que o combustível continua tão alto. Feitas as indagações, o presidente da Codeplan encerrou a divulgação agradecendo a participação de todos. Participaram da Mesa, além do presidente, a apresentadora Clarissa Jahns Schlabitz, o gerente de Pesquisas Socioeconômicas, Jusçanio Souza e o economista João Bosco, apresentador do índice da Ceasa do DF.


Reportagem: Eliane Menezes, Codeplan
Foto: Toninho Leite, Codeplan

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